jueves, 1 de octubre de 2009

Direcciones de Observadores

Observatorios en el Mundo La siguiente es una lista de diferentes Obsevatorios CTI del Mundo.

ESTO - Europa Observatorio de Ciencia y Tecnología de Europa
Fundación COTEC - España Fundación especializada en el estudio y fomento de la innovación tecnológica.
Mastyc - Malasya Malaysian Science and Technology Information Centre
NISTEP - Japón Instituto Nacional de Política Científica y Tecnológica
NOWT - Holanda Netherlands Observatory of Science and Technology
OCCyT - Cuba Observatorio Cubano de Ciencia y Tecnología, orientado al monitoreo científico y tecnológico
OCES- Portugal Observatório da Ciência e do Ensino Superior. Adscrito al MCT.
OCyT - Colombia Observatorio Colombiano de Ciencia y Tecnología
OSPS - Suiza Research centre Observatoire EPFL of Science, Politique et Société (OSPS, 1999).
OST - Canadá Observatoire des Sciences et des Technologies
OST - Francia Observatoire des Sciences et des Techniques
OCTI - Venezuela Observatorio Venezolano de Ciencias, Tecnología e Innovación
RICyT Red Iberoamericana de Indicadores de Ciencia y Tecnología

Mestría en Ciencia, Tecnología y Sociedad


JC e-mail 3860, de 01 de Outubro de 2009.


Inscrições até 9 de outubro
O Programa de Pós-graduação em Ciência, Tecnologia e Sociedade (PPGCTS) visa formar para pesquisa, docência e atuação profissional em áreas diversas que se beneficiam da convergência interdisciplinar de saberes própria do campo CTS (Ciência, Tecnologia e Sociedade).

Voltado para alunos graduados em diferentes áreas (humanas, exatas, tecnológicas, engenharias, saúde), o curso engloba três linhas de pesquisa: Dimensões Sociais da Ciência e da Tecnologia, Gestão Tecnológica e Sociedade Sustentável, e Linguagens, Comunicação e Ciência.

Mais informações no site
www.ppgcts.ufscar.br

El Poder Revolucionario de la Nanotecnología


JC e-mail 3860, de 01 de Outubro de 2009.

"Por ser muito nova, a nanotecnologia ainda enfrenta preconceitos e equívocos"
Ethevaldo Siqueira escreve para "O Estado de SP":

Nanotecidos não molham nem mancham. Nanocristais de óxido de zinco podem ser utilizados para fabricar telas ou filtros solares invisíveis, capazes de bloquear a luz ultravioleta. Nanocristais de prata matam bactérias e previnem infecções. O nanoalumínio é um perigoso explosivo.

A nanoplatina é um catalisador incrível, que acelera a velocidade das reações químicas. O ouro nanométrico tem propriedades radicalmente diferentes desse metal em seu estado normal. Uma faca de cozinha com fio de corte nanométrico é um instrumento tão afiado que bastará encostar levemente na pele e já estará cortando.

Aplicações práticas de substâncias e produtos como esses, que parecem mágicos, começam a fazer parte de nosso cotidiano, como resultado do progresso da nanotecnologia, um dos campos emergentes mais fascinantes e promissores da ciência e da tecnologia. Altamente interdisciplinar, a nanotecnologia envolve física, química, biologia, ciência dos materiais e praticamente todas as disciplinas da engenharia.

Segundo Henrique Eisi Toma, professor titular do Departamento de Química Fundamental do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP), considerado um dos maiores especialistas nessa área no País, "a nanotecnologia fará uma revolução muito maior do que a da microeletrônica, e fará surgir especialidades tecnológicas ou industriais como a nanoquímica, os nanoplásticos, os nanotêxteis, a nanoeletrônica e até os nanocosméticos".

Para se ter uma ideia mais clara da nanotecnologia, é essencial que compreendamos o mundo nano, ou seja, o mundo das dimensões muito pequenas. Em grego, nanós significa anão. Daí a palavra nanico.

Recordemos que o metro tem 100 centímetros. Ou mil milímetros. Ou um milhão de micrômetros. Ou um bilhão de nanômetros. Por outras palavras, um nanômetro equivale a um bilionésimo do metro. Vale lembrar ainda que um nanômetro pode comportar até 7 átomos alinhados. E um nanotubo de carbono é 100 mil vezes mais fino que um fio de cabelo. Conceitualmente, é bom lembrar que a nanotecnologia trabalha com partículas ou objetos que têm entre dez e 100 nanômetros.

O mais surpreendente nesse mundo nanométrico é que os materiais construídos nessa escala apresentam propriedades físicas e químicas bastante diferentes, graças aos efeitos da mecânica quântica.

O professor Toma explica que existem duas razões principais para as diferenças qualitativas no comportamento dos materiais em nanoescala. Primeira: os efeitos da mecânica quântica que se manifestam e passam a atuar nas dimensões muito pequenas e conduzem a uma nova física e nova química. A segunda é a relação entre uma superfície muito grande e o volume dessas estruturas.

O primeiro cientista a conceber a ideia da nanotecnologia foi o físico norte-americano Richard Feyman, ao proferir, em 1959, uma palestra na Sociedade Americana de Física, com o título de Há muito espaço lá em baixo (There"s plenty of room at the bottom). Ele começou sua palestra observando que a oração do Pai Nosso já havia sido escrita sobre a cabeça de um alfinete. Em seguida, perguntou ao auditório: "Por que não podemos escrever os 24 volumes da Enciclopédia Britânica nessa mesma cabeça de alfinete?"

Por ser muito nova, a nanotecnologia ainda enfrenta preconceitos e equívocos. Para refutá-los, o professor Henrique Toma, lembra: "Nosso mundo é essencialmente nanométrico. Ou seja, o mundo nano não é coisa nova, artificial, criada pelo homem. Ele está na natureza e em nós mesmos, nas biomoléculas que promovem a vida. Ele está no arco-íris, na asa da borboleta, no brilho das pedras e do asfalto, e em tudo que ingerimos, do leite ao café, e muita coisa que respiramos".

Diversos fenômenos da natureza têm inspirado pesquisas em nanotecnologia, como, por exemplo, as características das patas das lagartixas que andam no teto sem cair. Ou no mundo das cores, pois as ondas de luz têm dimensões nanométricas. Até a cor azul dos olhos das pessoas é um bom exemplo porque não decorre de pigmentos, mas de um fenômeno do mundo nano.

"Muitos setores da tecnologia já trabalham nessa área", explica o professor Toma, "com o propósito de produzir revestimentos coloridos sem o uso de pigmentos, ou que mudem de cor por meio de estímulos físicos ou químicos (efeito camaleão)".

Há substâncias que têm uma grande afinidade pela água e, por isso, são chamadas de hidrofílicas. Outras, contrariamente, têm repulsa. São as hidrofóbicas. Sobre elas a água não consegue permanecer parada e acaba carregando todos os detritos de sujeira, tornando o material autolimpante. É o conhecido como efeito Lótus, observado através das gotículas brilhantes de água que ficam dançando sobre as folhas dessa planta aquática.

Esses fatos não são mera curiosidade. Na realidade, com base no efeito Lótus, a nanotecnologia deverá criar tecidos e revestimentos autolimpantes, para produtos como roupas de trabalho, capas de chuva e artigos esportivos.

Mais informações e a íntegra da entrevista do professor Henrique Toma estão no meu site
www.ethevaldo.com.br
(O Estado de SP, 27/9)

miércoles, 30 de septiembre de 2009

Innovación y Emprendedorismo desde la Universidad




Cuando expuse sobre JOCE (Joven Científico Emprendedor), trataba de reforzar en el joven universitario la capacidad de montar su propio empleo y enfrentar desde su etapa universitaria ese reto. Así indirectamente contribuiríamos a la aparición de empresarios innovadores de alto valor agregado en conocimientos científicos y tecnológicos.



Por eso es necesario participar en eventos relacionados con el emprendimiento y la innovación en los diversos ámbitos de su interés, tales como energía, agua, tintes, educación, medio ambiente, materiales, electrónica, telecomunicaciones, etc.
Si miramos la calidad de vida de los países más desarrollados, no podemos desconocer que ellas están relacionadas con su capacidad de innovación, tanto en servicios como en productos. Pero esta innovación fundamentalmente radica en la capacidad de emprendimiento más que en la cantidad de conocimiento.

Es decir quienes no tienen ese bichito de emprender difícilmente innovarán o difícilmente utilizarán su conocimiento. Por ello los científicos cuando nos formamos no debemos menospreciar la capacidad empresarial. No solo para bien nuestro sino también para bien de la sociedad. Esto es lo que denominamos la cultura científica emprendedora o la cultura universitaria emprendedora. Que debería constituirse en una estrategia conjunta con el gobierno (local, regional, nacional) y las empresas (micros, pequeñas, medianas y grandes).La institución iniciadora de este encuentro si no viene del estado deberá provenir desde la universidad o desde una organización privada sin fines de lucro.





Se pueden entender la innovación de dos maneras según sea para procesos o para productos. La primera se debería entender como la capacidad de producir la misma cosa, pero de una manera más eficiente y principalmente más barata. Mediante estas innovaciones la organización y el país, se hacen más competitivos, por ejemplo en los productos tradicionales. Mientas que innovación de productos, significa la producción e una cosa que no fue antes hecha, pero lo que nos interesa es la producción de estas nuevas cosas mediante las nuevas tecnologías. Esto permitiría a la empresa ingresar al mercado con mayor fuerza.Así la innovación nacional pasa por preparar emprendedores de base tecnológica.


Pero los emprendedores tecnológicos no surgirán rápidamente en base a solo el esfuerzo universitario. Sino que necesita también del cambio de cultura de los empresarios en el Perú, reticentes siempre al cambio y a la incorporación de jóvenes científicos. Ellos mantienen la tesis que, si la cosa camina para qué cambiarla!. Prefieren esperar hasta cuando sea totalmente necesaria.


En nuestra visita al barrio de Infantas en el Cono Norte, los emprendedores innovadores, lograron descubrir cómo hacer un buen proceso o un buen producto, sin todavía haber concluido su carrera. ¿Cómo lo hicieron?.



Estas son cartillas que deberíamos aprenderlas y difundirlas en nuestra universidad. Esta fórmula consiste en estimular desde el inicio la innovación de procesos y productos, desarrollar sus ideas originales en incubadoras. Ellos siendo jóvenes han creado microempresas generadoras de innovación, mediante la inserción en algún eslabón de la cadena productiva local.

Por eso es una cuestión de vida o muerte, el emprendedorismo innovativo desde la universidad. Hoy los tiempos actuales nos dicen que las empresas si no innovan no tendrán éxito o pereserán. Ese es el dilema.






Lima, 01 de julio de 2009

Debate: Materias Integradas o Separadas


Cuando vemos los resultados de evaluaciones de nuestros alumnos de primaria y secundaria en ciencias, comparado con otros países, nos sentimos avergonzados de vernos en los últimos lugares. Sin embargo pocos nos preguntamos ¿qué se les enseña?, y, ¿cómo se les enseña?.


La situación es grave, los sucesivos gobiernos hasta la fecha parecen no tener acierto en sus políticas. Los padres de familia y la sociedad, casi en pleno, nos hacemos de la vista gorda y pareciera que cumplimos con nuestra responsabilidad enviándolos a estudiar a nuestros niños a la educación pública. Aquellos más al tanto y también pudientes los envían a escuelas particulares.


Pero comprender cuál es la situación desde la óptica de los docentes, es una experiencia enriquecedora. Ellos ven la realidad permanentemente, desean capacitarse, para enseñarles mejor. Buscan los medios económicos para adquirir los diversos medios. Pero el límite se supera, cuando a la luz de la economía basada en el conocimiento, se habla en todas las instancias que la ciencia y la tecnología es la clave de la riqueza de los países.


Aquí en el Perú, se ha recortado a la mitad las horas dedicadas a los cursos de Ciencias (Física, Química, Biología), antes eran a la semana 6 horas entre ellos, hoy habiéndoseles reunido en un solo curso denominado Ciencia, Tecnología y Ambiente, los tres juntos tienen tres horas. Cosa distinta ocurre con los cursos de ciencias sociales que han incrementado sus horas. Hoy hacen falta docentes especialistas en ciencias sociales, y sobran los de ciencias naturales porque se han disminuido sus horas.

El ministerio de educación, parece estar confundido en las directivas relacionadas con la enseñanza de ciencias naturales. Muchos consideran que debería continuar, la enseñanza de ciencias con cursos separados. La prueba es que los colegios privados, denominados PRE(-universitarios), siguen dictando cursos de ciencias separados.

Por último si se quiere hacer integrado porque no se añaden horas y luego de terminado los cursos de física, química y biología, se les obliga a seguir el curso integrado.Sería muy oportuno conocer la opinión de los actores principales que son los docentes.


Debate

Siempre se hacen cambios pero estos parecen no tener mucho sustento. Recientemente se está dictando la materia CTA (Ciencia, Tecnología y Ambiente) en lugar de cursos separados de física, química y biología. Y adicionalmente se les ha reducido a solo 3 horas semanales, antes separados sumaban 6.


Preguntamos:

· ¿La ciencia enseñada separadamente da mayor conocimiento en cada tema, pero ahora se aprende de manera integrada?
· ¿Los alumnos de los colegios PRE dictan separados y son los que ingresan en mayor número a las universidades que las públicas?
· ¿Integrado o separado, el tema de fondo es que los docentes de ciencias no están bien preparados, y no tienen condiciones para enseñar?
· ¿Cómo puedo enseñar bien CTA, si soy especialista en física y química, ahora tengo que aprender biología, a mis años, eso no me parece bueno?
· ¿Tanto se habla que las ciencias son la base del desarrollo de los países ricos, porqué nos redujeron las horas a favor de las ciencias sociales?
· ¿Lo que necesitamos es capacitarnos mejor, sobre todo experimentalmente, pues enseñamos mucha teoría?
· ¿Este gobierno ha complicado la educación y creo que no vamos variar nuestra posición de últimos en PISA?
· ¿Cómo podemos sacar adelante la ciencia si los docentes, para enfrentar la Feria de Ciencias, tenemos que venir los sábados, adquirir con los peculios de los padres, todas las cosas. Porque no tenemos horas suficientes en las aulas?.

Lima , 11 de Agosto de 2009


!!Convocamos a los docentes de la especialidad a exponer sus opiniones!!!

Debate: Universidad EMPRENDEDORA

Hoy en día la mayoría de las personas saben de la importancia de la ciencia y tecnología en el desarrollo de los países. Se puede generalizar el mensaje del presidente Lula, “seremos país desarrollado cuando vendamos conocimiento”, este mensaje contrasta con el paradigma de desarrollo de los países pobres ricos en recurso naturales, pero pobres en crear conocimiento.



Como consecuencia, vendemos las materias primas al precio de uno mientras que los productos agregados de conocimiento, nos vuelven a precios como a 100 o 1000. Esta diferencia nos muestra que hacer ciencia, distante de las riquezas del país, es claramente evadir la responsabilidad del desarrollo de los pueblos más pobres. Es desconocer que nuestras mayores riquezas yacen en los minerales (la sierra alta) y la biodiversidad (selva).

Si los primeros responsables con las políticas de estado que se siguen, eso no justifica que la comunidad científica no enfrente el mercado, contribuyendo al valor agregado de los productos.Desde esta ventana, promovemos la mayor aproximación de la ciencia y tecnología con la innovación a favor del desarrollo del país. En esta línea promovemos la incorporación del emprendedorismo en las escuelas de formación de los científicos.

Para ellos promovemos el conocimiento de los problemas de nuestro entorno y desde allí encontrar los temas de investigación. De esta manera contribuiremos al reconocimiento de la sociedad hacia la ciencia y consecuentemente su apoyo, no se puede pedir colaboración si no le demostramos resultados concretos en su mejor calidad de vida.Igualmente no debemos tener temor en plantear políticas de promoción y fortalecimiento de la ciencia a las instancias de gobierno.

Finalmente desde esta ventana promoveremos la ciudadanía plena de los hombres de ciencias. Reconociendo derechos pero también cumpliendo nuestros deberes hacia la sociedad peruana en primer lugar. Los invitamos a oírnos en la radio y vernos en internet y participar en los temas de debate que expondremos semanalmente.

Debate

La educación en ciencias en las universidades nacionales, se soportan en la visión de la universidad: enseña e investiga. Proponemos se incorpore el emprendedorismo (productividad, competitividad del país).

Preguntamos:

· ¿La ciencias solo debe dedicarse a producir conocimiento independiente de su aplicación?.
· ¿El emprendedorismo queda a responsabilidad del estudiante egresado y no debe ser asumido por la universidad?.
· ¿El estudiante no tiene conocimiento suficiente para emprender una empresa?.
· ¿El estudiante de ciencias tiene empleo suficiente cuando termina su universidad?
. ¿La situación se diferencia par el físico, químico, biólogo o matemático?.
· ¿La estructura curricular está actualizada, o está desfasado con el contexto actual y futuro?
. ¿ Me enseñan de manera pertinente para obtener las competencias que requiero para hacer frente mi empleo en los siguientes 5 a 10 años?.
· ¿Cuáles son los grandes retos del joven estudiante universitario de ciencias?, ¿Serán: 1) terminar mi carrera con la tesis defendida, 2) poder ingresar a posgrado en el Perú o en el extranjero, 3) capacidad de empleo?.

!!Convocamos a los actores de la educación universitaria a confrontar ideas sobre estos tópicos!!